Revista Contabilidade e Finanças: Edição 87 no ar!

Revista Contabilidade & Finanças chega à Edição 87, referente ao período de setembro a dezembro de 2021. Destacamos na sua composição o Editorial, um ensaio e onze artigos teórico-empíricos dentro das diferentes linhas de pesquisa que compõem o escopo da Revista.

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Nicholas McGuigan escreveu o Editorial sob o título Formação contábil à prova de futuro: um educar para a complexidade, ambiguidade e incerteza. O professor da Monash University, na Austrália, trouxe reflexões sobre o ensino de contabilidade a partir da teoria construtivista, propondo questionamentos para o futuro da educação na área.

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Tratamento contábil das operações em conjunto no Brasil à luz das normas contábeis vigentes é o ensaio desenvolvido por Raquel Wille Sarquis e Ariovaldo dos Santos. Os pesquisadores analisaram o tratamento contábil utilizado pelas empresas no Brasil que possuam investimentos em operações em conjunto, à luz das normas brasileiras e internacionais de contabilidade, identificando que as demonstrações contábeis das empresas no Brasil com operações em conjunto, constituídas por meio de entidade veículo, não estão em conformidade com as normas internacionais.

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Caroline da Silva, Crisiane Teixeira da Silva, Daniel Magalhães Mucci e Franciele Beck são os autores do artigo intitulado Explorando interdependência entre gainsharing e avaliação de desempenho em uma cooperativa de crédito. Na discussão deste artigo, os autores investigaram a interdependência entre o gainsharing e a avaliação de desempenho (objetiva e subjetiva) em uma cooperativa de crédito. A pesquisa promove insights sobre o funcionamento das práticas de controle gerencial, bem como sobre a avaliação objetiva e subjetiva de desempenho.

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Impacto da troca de auditoria na comparabilidade dos relatórios financeiros é o título do artigo de autoria de Allison Manoel de Sousa, Alex Mussoi Ribeiro e Ernesto Fernando Rodrigues Vicente. Os autores analisaram o efeito do rodízio e tenure das firmas e sócios de auditoria na comparabilidade e consistência dos relatórios financeiros. A amostra contou com 50 companhias que foram analisadas em períodos anuais entre 2012 e 2018, e os resultados indicaram que a troca (obrigatória e voluntária) da firma de auditoria e do sócio de auditoria não prejudicam a comparabilidade e a consistência dos relatórios financeiros.

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Anne Carolina dos Santos, Kelli Juliane Favato e Marguit Neumann desenvolveram a pesquisa do artigo Relato integrado e gestão de stakeholders: agenda de pesquisas. Os autores discutiram o relato integrado, tendo sido mapeados 11 fatores, construídas 10 proposições qualitativas e 35 insights para estudos futuros. Os resultados indicam que a gestão de stakeholders pode ter alcançado seu potencial de forma cerimonial, mas carece de definições.

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O relatório de auditoria está mais legível? Esse é o tema tratado por Vagner Antônio Marques, Lanna Pereira Nogueira, Idamo Favalessa de Aquino e Viviane da Costa Freitag por meio do artigo denominado Ele ficou mais legível? Evidências empíricas dos principais assuntos no relatório de auditoria independente, cuja amostra é composta por 240 empresas listadas na B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (B3), no período de 2013 a 2018.

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Presença estatal no mercado de crédito: bancos públicos e crédito direcionado na crise de 2008 é o título do artigo em que os autores documentaram a relação entre os dois mecanismos de atuação estatal (direcionamento do crédito e controle societário de bancos) e a concessão de crédito bancário no Brasil durante a crise financeira global de 2008. Os autores do artigo, Lucas A. B. de C. Barros, Catarina Karen dos Santos Silva e Raquel de Freitas Oliveira, utilizaram uma amostra composta por dados do período de 2005 a 2012 de instituições financeiras que captam depósitos do público.

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No artigo intitulado Quais os fatores determinantes nas decisões de estrutura de capital das pequenas e médias empresas em Cabinda, Angola?, João Lussuamo e Zélia Serrasqueiro analisaram os fatores determinantes que explicam as decisões da estrutura de capital das pequenas e médias empresas (PMEs) na província de Cabinda, Angola. Os resultados evidenciaram que a tangibilidade, a idade, a liquidez e os benefícios fiscais extradívidas são fatores determinantes nas decisões da estrutura de capital das PMEs nessa província.

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Gabriel Augusto de Carvalho, Hudson Fernandes Amaral, Juliano Lima Pinheiro e Laíse Ferraz Correia são os autores do artigo intitulado Precificação de anomalias através de modelos fatoriais: um teste em mercados da América Latina. Os pesquisadores tiveram como desafio testar o modelo de cinco fatores nos mercados emergentes da América Latina. A principal contribuição deste artigo reside no melhor conhecimento sobre os fatores relevantes para a precificação de ativos em mercados emergentes.

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Com o objetivo de testar empiricamente as decisões de estrutura de capital em empresas familiares portuguesas sob a teoria do trade-off (trade-off theory – TOT) e a teoria do pecking order (pecking order theory – POT), Luciana J. Pestana, Luís Pereira Gomes e Cristina Lopes desenvolveram a pesquisa intitulada Testando a estrutura de capital de empresas familiares portuguesas. Os autores analisaram dados de 4.952 empresas familiares portuguesas no período de 2009 a 2016.

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Sentimento do investidor, incerteza econômica e política monetária no Brasil é o título do artigo em que os autores analisaram como a incerteza econômica e a política monetária afetam o sentimento do investidor no Brasil. Os autores do artigo, Paulo Fernando Marschner e Paulo Sergio Ceretta, usaram dados mensais de quatro mecanismos de transmissão da incerteza econômica e da política monetária (taxa de juros, taxa de câmbio, taxa de inflação e índice de incerteza econômica) e do índice de confiança do consumidor como proxy para o sentimento do investidor (no período de janeiro de 2006 a março de 2020).

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O artigo denominado Desonestidade acadêmica nos programas de pós-graduação stricto sensu em ciências contábeis foi escrito por Regina Cardoso Fróes e Denise Mendes da Silva. As autoras analisaram a desonestidade acadêmica na perspectiva de discentes, docentes e instituições de ensino, considerando situações hipotéticas classificadas em cinco categorias de desonestidade: fraude/cola, auxílio a outros estudantes, plágio, fabricação de informações, autoplágio/similaridades.

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Igor Ferreira do Nascimento e Pedro H. M. Albuquerque são os autores do artigo intitulado Alíquota justa e de equilíbrio para benefícios não programados em planos de contribuição definida. Os pesquisadores tiveram como desafio propor uma metodologia que, utilizando múltiplos decrementos, além de desagregada por perfil atuarial e fonte de custo previdenciário, calcula alíquotas atuarialmente justas e de equilíbrio para benefícios não programados de custeio coletivo oriundos de planos de previdência da modalidade Contribuição Definida (CD).

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Votos de uma leitura produtiva e inspiradora.

Fábio Frezatti

Editor-Chefe

Revista Contabilidade & Finanças

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