Evento FEAUSP: Especialistas discutem como combater a pobreza extrema

Como eliminar a pobreza extrema no Brasil. Esse é o tema do seminário que a Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP irá promover no próximo dia 10 de novembro, às 14 horas, numa iniciativa do departamento de Economia. O evento terá a participação do ex-representante do Unicef no Brasil e especialista em questões sociais Agop Kayayan, além da representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, Katyna Argueta.

Realizado em formato online, o seminário será aberto aos estudantes da USP e ao público em geral. O primeiro a falar será Agop Kayayan que abordará os seguintes tópicos: erradicação da pobreza extrema: desejável e possível?; pobreza e pobreza extrema: definições e comentários; tarefa de quem?; e mobilização social do país. O ex-representante da Unicef no Brasil também falará sobre o papel dos meios de comunicação, da juventude, dos partidos políticos, organizações de trabalhadores e empresários.

Katyna Argueta falará sobre medidas de combate à miséria, tais como políticas de impostos; contribuição direta: Bolsa Família, contribuição regular decidida pelo Congresso; contribuição única a todo brasileiro; contribuições inderetas: educação, serviços de saúde e saneamento; infraestrutura de transporte e construção de casas populares; salário mínimo; empreendimentos e empregos; aposentadorias; cooperação internacional; apoio do sistema ONU; apoio de países interessados na erradicação do problema no Brasil; relações comerciais e relações internacionais; e relação com sistemas semelhantes, como Argentina e Uruguai.

Para assistir ao seminário acesse pelo Zoom

Quem é Agop Kayayan

Nascido na Líbia, é engenheiro agrônomo, com especialização em Alimentação e Nutrição, e Ph.D em Sociologia Rural. Trabalhou na Secretaria de Planejamento e Politicas Agricolas. Foi diretor da Unicef na América Central e no Brasil, além de consultor em agências governamentais e organizações da sociedade civil. É fundador e diretor-executivo do Instituto dos Direitos da Criança e do Adolescente. Foi responsável pelo Pacto pela Infância, fomentou a campanha do soro caseiro, e negociou a aprovação do Estatuto da Criança, na década de 1980, trabalho que contribuiu para redução da mortalidade infantil e mobilizou a sociedade para as questões da infância. Possui experiência na captação de recursos para fins sociais e gestão de projetos sociais.

Quem é Katyna Argueta

Nascida em Honduras, é graduada pela Academia Diplomática Andrés Bello, no Chile, e possui especialização em gestão e administração. Foi nomeada representante-residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil em 2019. É diretora do IPC-IG, um fórum global que promove o diálogo internacional sobre políticas de desenvolvimento inovativas, guiado por um acordo de parceria entre o PUD e o governo brasileiro. Começou sua carreira com o PNUD em 2003, no escritório de Honduras, primeiro como consultora e depois como coordenadora da unidade de RH. Também trabalhou como vice-diretora de país no Panamá e no Haiti. Desde 2016, trabalha como diretora de país para o PNUD México. Diplomata de carreira com status de embaixadora, trabalhou no Ministério das Relações Exteriores de Honduras. Foi representante alternativa da Missão Permanente de Honduras à OAS, diretora-geral de política externa e chefe de gabinete do ministro. No setor privado, atuou como diretora de RP e Comunicações, gestora de planejamento corporativo e como presidente de instituição financeira.

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