Está disponível para acesso, o pacote de e-books da editora WILEY.

Há vários títulos que compreendem os assuntos da FEA.

O pacote de e-books ficará disponível até 24 de abril de 2018 pelo link www.wileyonlinelibrary.com.

Bom estudo!

Ingressante 2017, seja bem-vindo!

Capa folderA Biblioteca FEAUSP quer ajudá-lo nesta nova etapa da sua vida. Para isso, preparou um Guia e com informações sobre seus principais produtos e serviços que você poderá folhear, ler, baixar, o que preferir! Para consultas rápidas  e resumidas conte com o Folder.

Você encontrará, também, os slides da apresentação realizada no Auditório da FEA no dia 08/03, durante a Semana de Recepção aos Calouros 2017, bem como o conteúdo apresentado para os pós-graduandos da área de administração no dia 03/03.

Desejamos que sua vida acadêmica na USP seja produtiva e estamos aqui para auxiliá-lo quando precisar.

A Biblioteca FEA está de portas abertas para recebê-los!

Para fazer o download do Guia da Biblioteca, clique aqui.

Clique aqui e faça o download dos slides da apresentação dos alunos de pós-graduação.

Clique aqui e faça o download dos slides da apresentação dos alunos de graduação.

Os números de 2016

 

infografico-dados-2016-m Consulte a lista do 50 livros mais emprestados em 2016.

Como obter o ORCID?

Orcid_01O ORCID (Open Researcher and Contributor ID) é um identificador digital único e permanente para o autor, formado por 16 dígitos numéricos. Exemplo: 0000-0002-7135-9104.

Ele tem a finalidade de diferenciar um nome de autor de qualquer outro, ainda que exista homônimo ou que tenha sido publicado, citado e/ou indexado de formas variadas.

Normalmente, o padrão de apresentação do nome  difere nas bases de dados. Por exemplo, em algumas bases, cadastra-se o sobrenome com os prenomes sem ponto (Grossman, SJ), em outras utiliza-se o sobrenome com os prenomes por extenso (Grossman, Sanford Jay) e isso pode ser um problema para a recuperação de informações de autoria e acadêmicas. Por meio do ORCID é possível padronizar e recuperar o nome de um autor (nome individual ou da instituição) independentemente das variações encontradas. Ele está para o autor assim como o DOI está para um documento digital.

A solicitação do ORCID é gratuita somente para os autores, para a padronização do nome de uma instituição o serviço é pago. A USP, até o momento, não possui seu ORCID iD.

Siga o passo a passo para saber como obter seu ORCID (download do arquivo):

Espera-se que, com o ORCID sendo adotado pelas diversas bases de dados e ferramentas acadêmicas, o problema de ambiguidade dos nomes de autor seja amenizado ou até mesmo solucionado.

Referências:

BIBLIOTECA CENTRAL UFRGS. ORCID:  identificador digital que conecta as pesquisas aos seus autores: tutorial. Disponível em: <https://www.ufrgs.br/blogdabc/tutorial-orcid/>. Acesso em: 12 set 2016.

ORCID: conectando pesquisas e pesquisadores. Disponível em: <http://orcid.org/>. Acesso em: 12 set. 2012.

SILVA, Eduardo Graziosi. ORCID integrado ao Currículo Lattes. In: ______. Mundo Bibliotecário. Disponível em: <https://mundobibliotecario.com.br/2016/08/12/orcid-integrado-ao-curriculo-lattes/>. Acesso em: 12 set. 2016.

SOARES, Suely de Brito Clemente. ORCID: passo a passo para obter o seu! In: ______. Content Mind. Disponível em: <http://www.contentmind.com.br/orcid/>. Acesso em: 12 set. 2016.

 

O que é o DOI?

DOI – Digital Object Identifier – é a sigla em inglês para Identificador Digital de Objetos. Ele é um código padrão único e exclusivo (composto de números e letras) que possibilita a criação de um link permanente de um documento digital publicado (como uma espécie de CPF do documento).

Uma vez atribuído um DOI, não se pode removê-lo ou alterá-lo. Ele possibilita que um documento digital seja encontrado, mesmo se a URL do periódico ou do site em que estiver seja alterado ou pare de funcionar. É utilizado, principalmente na área acadêmica, para identificação persistente e recuperação mais rápida e precisa dos artigos, trabalhos de eventos e outros documentos digitais (textos, áudios, vídeos, imagens, softwares).

As versões em pdf, html e impressas de um mesmo artigo compartilham um código DOI único.

O DOI é composto de duas partes:

DOI - composição
Fonte: Galoá

Primeira parte (prefixo): o número antes da barra contém o código de diretório que sempre é o 10 e o código de registro (atribuído por uma Agência de Registro – lista de Agências) que identifica a instituição responsável pelo depósito DOI.

Segunda parte (sufixo): é um identificador único do documento em si, definido pelo solicitante.

Como obter o DOI?

O DOI é pago e a instituição (universidade, editora etc.) deverá entrar em contato com uma Agência de Registro de código DOI. Cada Agência é diferente e livre para oferecer seu próprio modelo de negócio (lista de Agências).

Por exemplo, a CrossRef é a principal Agência de Registro da  International DOI Foundation (IDF), instituição responsável pela criação do DOI. Para obter um código DOI é preciso associar-se ao CrossRef e selecionar uma das nove categorias de assinatura baseadas na movimentação financeira da instituição relativa à publicação. Com isso receberá um prefixo DOI. Além da anuidade, haverá uma taxa para cada item depositado. Os valores estão disponíveis em Publisher Fees no site da CrossRef.

No Brasil temos o Galoá como primeira empresa brasileira credenciada como Sponsoring Entity do CrossRef. É possível solicitar um orçamento de DOI pelo site, eles ficam responsáveis por toda burocracia e pagamentos internacionais.

Como pesquisar um documento por meio do código DOI? 

Para recuperar um documento através do DOI existem dois caminhos:

1) Pelo site do DOI no campo “Resolve a DOI Name” e pelos buscadores oferecidos por algumas Agências de Registro. Exemplo: na agência CrossRef digita-se o código DOI no box “Metadata Search

DOI - search01_circle
Site DOI
DOI - search02_circle
Site CrossRef

2) Pelos motores de busca da internet (Google e outros)

DOI-search03_circle

Para mais informações sobre o DOI acesse o “Guia do usuário do DOI” do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict).

Doi

Fontes:

BRITO, R. F. de et al. Guia do usuário do Digital Object Identifier. Brasília: Ibict, 2016. Disponível em <http://labcoat.ibict.br/portal/wp-content/uploads/2015/03/Guia-do-usu%C3%A1rio-do-DOI-online3.pdf>. Acesso em: 09 ago. 2016.

BÜRGER, M. C.; CAREGNATO, S. CrossRef / DOI  nas revistas científicas. Porto Alegre: UFRGS, 2009. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/propesq1/sobrelinks/arquivos/DOI.pdf>. Acesso em: 09 ago. 2016.

CROSSREF. Oxford, UK, 2015. Principal agência de registro da IDF. Disponível em: <http://www.crossref.org/>. Acesso em: 09 ago. 2016.

GALOÁ. Doi. Suporte on-line para diversas necessidades da área científica. Disponível em: <https://galoa.com.br/deposito-doi-crossref/o-que-doi-significado-conseguir-prefixo-doi#page-section-internal-doi-prefix>. Acesso em: 09 ago. 2016

INTERNATIONAL DOI FOUNDATION. DOI. Site oficial da instituição criadora do Digital Object Identifier. Disponível em: <http://www.doi.org/index.html>. Acesso em: 09 ago. 2016.

Profa. Diva Benevides Pinho – o tempo (e suas obras) revisitado

Diva-Pinho-capa-peq1Muitas são as lembranças que nos conectam com nossa saudosa Professora Diva Pinho e todos os que tiveram o privilégio de conhecê-la, mesmo que minimamente, concordarão que sua dedicação aos estudos, seu talento para a arte, seu respeito e gratidão à USP e seu gosto pela vida fizeram dela uma referência em nossa comunidade feana.

Atendendo a um pedido dessa comunidade, a Biblioteca organizou uma exposição no hall de entrada com fotos, quadros e algumas das obras da Profª Diva  presentes em nosso acervo. A exposição terá duração de dois meses e se iniciou no dia 29/04/2016.

Consciente da importância da Biblioteca para a Faculdade e para a USP, ela sempre colaborou com doações de suas obras e projetos de infraestrutura e modernização de nossas instalações. Por isso, apresentamos a lista completa das publicações da Profª Diva Benevides Pinho disponíveis no acervo da Biblioteca FEA (clique aqui para o download da lista de publicações).

Aproveitamos para relembrar a entrevista  feita por este blog em 2012, onde ela conta um pouco de sua trajetória, Diva Benevides Pinho – Uma história de dedicação, hoje relatada em seu último livro lançado em setembro de 2015  “O tempo revisitado: releitura proustiana de 70 anos como estudante e docente da USP” (acesse  a versão digital do livro).

DIVA BENEVIDES PINHO (1925-2016) – Dinâmica filósofa, economista e artista plástica

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Estudar, educar, trabalhar. Essas não eram obrigações, mas sim as ocupações que mais davam prazer a Diva Benevides Pinho. Brincava com a aposentadoria compulsória alcançada aos 70 anos, chamava-a de “expulsória”.

Nascida em Cajuru (a 298 km de São Paulo), acumulou desde pequena boas notas e prêmios por desempenho em várias escolas. Mudava com frequência por causa do trabalho do pai nas ferrovias.

Aos 17 anos, deixou a casa dos pais e foi para a capital paulista com uma amiga para estudar filosofia. Se apaixonou pelo curso, pela USP e também por Carlos, um veterano que se tornou seu grande companheiro. Ficaram casados por mais de 60 anos, até a morte dele, em 2009.

Tornou-se professora de filosofia da USP, até ser convidada a integrar a FEA (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade) na mesma universidade. Abraçou a economia, defendendo cinco teses e escrevendo mais de 30 livros sobre o tema.

Ao se aposentar, não conseguiu ficar parada e encontrou nas artes plásticas uma nova área a ser explorada. Começou como hobby, mas ela logo se destacou e começou a expor seu trabalho. Logo, estava estudando o mercado da arte e até escreveu um livro sobre o assunto.

Com olhar carinhoso, Diva não tinha problemas em corrigir os outros. Era professora mesmo fora da sala de aula. Apesar de parecer frágil, era forte e determinada, chegando a fundar um instituto voltado a encontros culturais.

Morreu no dia 3, aos 90 anos, após um AVC. Deixa uma afilhada, cunhadas, sobrinhos e muitos alunos.

Biografia escrita por Fernanda Pereira Neves em 25/03/2016  00h00, na coluna Cotidiano – Obituário, da Folha de S. Paulo. Acesse o link da matéria 

Fonte de onde foram retiradas as imagens das pinturas e gravuras:

CUSTÓDIO, Isaías. Palavras, formas e cores: trajetória de Diva Pinho. São Paulo: FIA, 2003. 1 CD-ROM. Localização FEA: CD 467.