Economia na prática: conheça os coletivos de economia popular nascidos na FEA

Arte: Marina Caiado/Fotos: Pixabay

O debate econômico dentro das universidades sofre críticas há tempos por ser inacessível e pelo seu viés elitizado. Pensando em subverter essa lógica, grupos de alunos da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP se mobilizaram para criar coletivos que buscam aproximar a economia à população de fora da academia e do meio econômico tradicional. 

Idealizados por alunos do instituto, os coletivos Desajuste e Arroz, Feijão e Economia contam hoje com perfis nas redes sociais com mais de 2 mil seguidores e abrangência interestadual, para além dos muros da USP. Mesmo em meio à pandemia, promoveram atividades como ciclos de debates, trabalho comunitário, assessoria econômica, formações e fóruns que dialogam com faculdades de economia de universidades públicas como a Unicamp, UFMG e UFRJ, além de organizações políticas populares.

Para explicar as motivações e as estratégias por trás da construção de um debate econômico mais popular, essa reportagem conversou com representantes dos dois coletivos.

Desajuste: Economia fora da curva

O coletivo Desajuste nasceu no final de 2019, fruto da vontade de um grupo de alunos de economia da FEA de ampliar o debate sobre o tema para uma perspectiva mais progressista e jovem. Ao perceberem como a imprensa e a academia apresentavam muitos conceitos de interesse público a partir de uma perspectiva teórica de uma minoria academicista e conservadora, decidiram agir. 

Esse foi apenas o embrião do projeto, que hoje já se expandiu para cerca de 20 estados brasileiros. “Atualmente a coordenação conta com pessoas de Brasília, do Rio Grande do Sul, de Minas Gerais e de Pernambuco, entre outros lugares”, conta Ana Garcia, aluna do quinto ano de economia e uma das coordenadoras do coletivo.

A ideia principal, segundo Ana, se dividiu em dois pilares: o primeiro é a desconstrução da imagem do “economista tipicamente branco e faria limer”, relata. Para ela, é preciso mostrar que muitos dos conceitos discutidos por uma elite intelectual restrita, na realidade, afetam diretamente a vida da população e, portanto, é imprescindível chamá-los à mesa para debater. 

O segundo pilar é a disputa dos espaços de debate contra a academia, que foca em temas mais abstratos e que estão pouco alinhados com a realidade da população, no geral. Grande parte das discussões não acontecem para a maioria, o que dificulta sua compreensão da realidade financeira nos âmbitos pessoal e nacional , além de limitarem a pluralidade das abordagens das ciências econômicas.

Dentro do Desajuste há muitas frentes para tocar projetos, tanto para economistas quanto para estudantes de outras áreas. Há os chamados grupos de trabalho (GTs), focados em estudo de temas específicos, reuniões de formação e espaços de debate de conjuntura.

 As atividades mais recentes do coletivo consistem na produção de uma newsletter, clipping semanal com notícias sobre economia, espaço de integração entre estudantes, conteúdos para as redes sociais e um clube do livro. Neste último, promoveram uma leitura conjunta do livro  “Economia Pós-Pandemia”, lançado por um grupo de docentes. O clube teve centenas de inscritos e alguns dos autores participaram dos encontros, como Rodrigo Orair, Pedro Rossi, Guilherme Mello e Camila Gramkow, todos integrantes de uma nova geração de economistas progressistas.

Um dos encontros virtuais do clube do livro, com o economista Pedro Rossi. Reprodução: Ana Garcia

Outro projeto do grupo é o “Dicionário de Economês”, uma série de posts no instagram do coletivo no qual explicam conceitos mais complexos de economia. “O dicionário começou porque oferecemos na FEA um mini curso de economia pós-keynesiana em apoio às entidades estudantis e, para isso, organizamos um material com as definições, que foram postadas, semanalmente, nas nossas redes”, conta Ana. “Atualmente estamos produzindo uma edição especial com conceitos explicativos do orçamento público”, complementa.

Arte: @desajuste.economia/ Instagram 

Arroz, Feijão e Economia: Uma base para um debate popular

Pouco depois do surgimento do Desajuste, foi criado o coletivo Arroz, Feijão e Economia (AFE),  também organizado por alunos da FEA-USP. A ideia nasceu no final de 2019, a partir do desejo que alguns alunos tinham de unir economia e militância política. Mas somente em julho de 2020, já durante a pandemia, o coletivo foi oficialmente lançado, unindo virtualmente pessoas de vários lugares do Brasil. 

João Vaz, formado em economia pela USP e um dos fundadores do AFE fala sobre como surgiu o movimento: “A gente teve uma inspiração, que veio de um programa argentino chamado ‘Economía sin corbata’ (economia sem gravata, em tradução livre), que falava sobre economia com linguagem popular na rede nacional aberta. E aí, pensando nessa questão, começou a ideia de organizar estudantes do curso  para falar para fora da bolha do economês”.

O início do Arroz, Feijão e Economia foi marcado por um canal no Youtube, onde eram postados vídeos que falavam sobre questões econômicas em uma linguagem mais acessível, e por uma série de formações sobre os impactos da pandemia no Brasil pela ótica das desigualdades. 

Curso sobre economia feminista, transmitido através do canal do coletivo. Reprodução: Youtube

Hoje, a perspectiva do movimento é um pouco diferente. Além de disputar o debate econômico e levá-lo às pessoas de uma forma mais simples, os membros também realizam projetos que visam mudar a vida das pessoas na materialidade, através de uma frente de trabalho comunitário. O coletivo presta assessoria econômica a dois outros movimentos sociais: a Cooperativa dos Entregadores Antifascistas e a Nação dos Trabalhadores, além de oferecer um minicurso de educação financeira a famílias de baixa renda da Rede de Cursinhos Populares Elza Soares

Para João, todas essas ações são importantes para descomplicar a economia, “emprestando” conhecimento universitário como instrumento social às pessoas que já estão se organizando nas periferias, por exemplo, e levando o tema para perto delas. “Nós queremos desmistificar essa ideia de que a economia é a ciência dos homens engravatados que têm um conhecimento técnico e mostrar que ela está na vida de cada um. Nosso grande objetivo enquanto movimento social é exatamente que esse  seja um assunto na mesa de jantar do trabalhador, assim como futebol ou política”, ressalta.

O impacto direto da organização coletiva

Maria da Penha, agrônoma que trabalha com agricultura familiar em Porto Nacional (TO), é uma das pessoas que “pegou emprestado” os conhecimentos do Arroz, Feijão e Economia. Ela já participou de várias ações do coletivo, como formações e reuniões, e gosta bastante: “Eu sou muito bem recebida, as pessoas me ouvem e eu aprendo demais. Fazer parte do coletivo é importante porque eu fico atenta às situações que acontecem dentro da economia, dentro da política e do dia a dia do nosso Brasil”, afirma.

Internamente, as ações desses grupos também tiveram profundo impacto na vida de jovens ingressantes na USP. A estudante Ana Garcia relata que alguns de seus colegas compartilharam que estão mais dispostos e veem mais sentido na própria formação após participar das atividades do Desajuste. A formação nas ciências econômicas pode se demonstrar, muitas vezes, abstrata e conservadora, o que tira o “brilho nos olhos” de alguns alunos com mais inclinação para política, para o trabalho comunitário e até mesmo para a academia. “No meio de tanta derivada e abstração, alguns encontram sentido na própria formação ao participar de nossas conversas”, conta.

Mesmo com pouco tempo de fundação, tanto o Desajuste quanto o Arroz, Feijão e Economia conseguem levar um pouco da USP para fora do espaço da universidade e, através do conhecimento, transformar social e politicamente a realidade em que vivemos. 

Para quem também tem vontade de fazer o mesmo, João Vaz deixa uma dica valiosa: “Organize-se, para qualquer coisa. Às vezes a gente ouve ‘mude o mundo, só depende de você’, mas ninguém muda o mundo sozinho. Então seja no centro acadêmico, na bateria, no movimento social, vamos nos organizar. Se quiser se organizar com a gente, as portas estão sempre abertas, mas não precisa ser com a gente. Organizem-se nas suas pautas, nas suas lutas, que isso é fundamental pra gente construir um Brasil melhor”, conclui.

Matéria extraído do Jornal do Campus USP, de 15 de julho de 2021.

Veja a matéria em seu contexto original em: http://www.jornaldocampus.usp.br/index.php/2021/07/economia-na-pratica-conheca-os-coletivos-de-economia-popular-nascidos-na-fea/?fbclid=IwAR1gnwgQycQjN4jmTwJgQq-9R3YZLZ3XJarYAoaffShBXum3QUtDLOy-Yb4

Por que o registro ORCiD é importante para a USP e para o mundo?

O registro ORCiD – Open Researcher and Contributor ID (em português Identificador Digital Aberto de Pesquisador e Contribuidor) é um código alfanumérico gratuito para identificar exclusivamente cientistas e outros autores acadêmicos e contribuidores. É também um currículo internacional. O identificador ORCiD é mantido pela organização global sem fins lucrativos de mesmo nome, a ORCID, sustentada por taxas das organizações membros e apoiada por uma equipe profissional. A visão da ORCID é um mundo onde todos os que participam da pesquisa, financiamentos e inovação sejam exclusivamente identificados e conectados às suas contribuições através de disciplinas, fronteiras e tempo. Para concretizar nossa visão, a ORCID se esforça para permitir conexões transparentes e confiáveis ​​entre pesquisadores, suas contribuições e afiliações, fornecendo um identificador único e persistente para os indivíduos usarem enquanto se envolvem em atividades de pesquisa, financiamentos e inovação. Interface também disponível em Português.

Benefícios para os Pesquisadores

Imagine um mundo em que seus pesquisadores possam passar mais tempo fazendo contribuições para a pesquisa e ficar menos frustrados ao gerenciar ou preencher diversos currículos? Pense em uma ferramenta que permite a todos e a você mesmo acompanhar mais facilmente suas atividades profissionais ao longo de sua carreira.

O ORCiD é um identificador internacional gratuito e também um currículo digital e importante recurso para docentes, pós-doutorandos, alunos, gestores de pesquisa, financiadores, bibliotecários e profissionais em geral. Ele fornece uma identidade persistente, uma espécie de RG para os pesquisadores, e conecta sua informações profissionais com as editoras de revistas, financiadores, suas próprias instituições, aumentando a visibilidade e a possibilidade de colaboração internacional.

Integrando-se a outros identificadores (ScopusIDRinggold, etc), editores de revistas (Springer NatureElsevierWiley, etc), financiadores (Uberwizard) e organizações mundiais como a Crossref (DOI)Datacite e Redalyc, o registro ORCiD proporciona atualizações automáticas de informações sobre produção científica, agregando racionalidade às atividades do pesquisador e a real validação de seus dados. Esta é uma das principais vantagens do registro ORCiD para os Pesquisadores.

Além disso, os pesquisadores se formam, se mudam, podendo assumir novas posições ou mudarem para outras instituições e seu ORCiD o acompanha, sem perder o histórico, exibindo todas as suas atividades profissionais e consolidando sua reputação perante o mundo. Confira o Tutorial sobre como preencher seu Registro ORCiD.

De acordo com a própria ORCID,

  • Registrar-se para o seu ORCID significa que você tem um identificador gratuito, único e persistente que desambigua você e seu trabalho.
  • Usar seu ID torna a vida mais fácil para você e para as instituições e organizações com as quais você se conecta ao longo de sua carreira de pesquisa.

Você desfrutará destes benefícios com seu ID da ORCID:

  • Você será diferenciado de todos os outros pesquisadores, até mesmo de pesquisadores que compartilham o mesmo nome,
  • Seus resultados e atividades de pesquisa serão atribuídos corretamente a você,
  • Suas contribuições e afiliações serão conectadas a você de maneira confiável e fácil,
  • Você economizará tempo ao preencher formulários, (deixando mais tempo para pesquisas!),
  • Você desfrutará de maior descoberta e reconhecimento,
  • Você poderá conectar seu registro a um número crescente de instituições, financiadores e editoras,
  • Seu registro ORCID é seu, gratuitamente, para sempre.

Benefícios para as Universidade de Pesquisa

A pesquisa é conduzida e comunicada em organizações como universidades e institutos de pesquisa, laboratórios governamentais e comerciais e outras instituições. Globalmente, essas instituições empregam e ensinam milhões de pessoas envolvidas em pesquisa, ensino e atividades inovadoras. As universidades gerenciam informações de pesquisa em muitos sistemas diferentes. Isso dificulta o acompanhamento das atividades e resultados de seus pesquisadores em suas próprias instituições. E é ainda mais desafiador quando se leva em conta as diversas solicitações de subsídios, envio de manuscritos, perfil de pesquisa e outros sistemas com os quais interagem fora da sua instituição.

O registro ORCiD é uma parte vital do kit de ferramentas que as universidades e seus pesquisadores podem usar para tornar essa visão uma realidade. Os ORCID iDs podem distinguir e identificar inequivocamente seus pesquisadores e, por meio de APIs e integrações, podem melhorar significativamente o fluxo de informações de pesquisa dentro e entre organizações em todas as etapas do ciclo de vida da pesquisa, desde o pedido de concessão de financiamento e publicação até os relatórios de gerenciamento de informações de pesquisa [1].

Além de seu uso como um identificador persistente para os pesquisadores das Universidades, o registro ORCiD pode ajudar a controlar e padronizar como o nome da instituição é usado nos sistemas de pesquisa e nas próprias revistas e editoras científicas e acadêmicas. Em combinação com outros identificadores persistentes, o ORCiD permite que você afirme com autoridade sua equipe, corpo docente e afiliações de estudantes com sua instituição. É possível também usar APIs da ORCID para receber notificações em tempo real sobre as atividades de pesquisa, atualizar automaticamente os formulários e seguir as carreiras de seus ex-alunos (Alumnis) [1].

A organização ORCID oferece uma gama de recursos para apoiar as instituições de pesquisa no uso de IDs, incluindo orientação de melhores práticas e articulação clara dos benefícios potenciais em todas as etapas, além de informações técnicas.

Benefícios e desafios para a Universidade de São Paulo – USP

A Universidade de São Paulo é oficialmente membro da ORCID desde o final de 2016 e a afiliação à ORCID permite à USP AUTENTICAR, VALIDAR E ATUALIZAR automaticamente informações e dados corporativos públicos de sua comunidade, tais como Vínculo Empregatício, Diplomas e Graus de Formação, Prêmios, Bolsas e mesmo Publicações. Isso porque a Universidade de São Paulo – USP, como membro da Organização ORCID, tem a prerrogativa de realizar essas atualizações e validações nos ORCID iDs de todos os integrantes de sua comunidade (estudantes, docentes e servidores técnico-administrativos), desde que eles estejam vinculados ao Nº USP.

Para tornar isso possível, basta vincular seu Nº USP ao seu N° ORCiD por meio do link: http://www.usp.br/orcid. Uma vez vinculado a partir de seu N° USP e senha única, o usuário pode sempre retornar ao link para acessar seu registro, sem precisar lembrar-se de seu Nº e senha ORCiD. Confira o Tutorial de vinculação de seu nº ORCiD ao seu nº USP.

A iniciativa de afiliação à ORCID partiu da Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica (Aguia), que incorporou as atividades do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBiUSP) em agosto de 2019, tendo sido referendada e renovada pela Reitoria da universidade desde então. A intenção foi e continua a ser promover o alinhamento da USP às tendências internacionais de identificação autoral e institucional no âmbito da comunicação acadêmica (scholarly communication).

A mensagem da Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) enviada no final do mês de outubro de 2017 a docentes e estudantes de pós-graduação deu início à Campanha de adoção do ORCiD na USP. Uma semana depois, já contabilizávamos 2.939 registros ORCiD associados e coletados na USP.

Desde então, diversos Workshops e Webinars foram promovidos, além de matérias e tutoriais têm sido publicados e distribuídos à comunidade. Adicionalmente, a lista atualizada de Nºs ORCiDs vinculados aos Nºs USP é enviada periodicamente a todas as unidades, institutos, centros e às equipes das bibliotecas, que atuam como difusoras e apoiadoras junto à comunidade local. O objetivo é que todos os pesquisadores (docentes, pós-doutorandos, discentes de pós-graduação e graduação e funcionários) da Universidade de São Paulo tenham seu Nº ORCiD vinculado ao seu Nº USP, preenchendo suas informações e integrando seu registro a outras entidades. O Gráfico a seguir demonstra a crescente adoção do identificador ORCiD pelos pesquisadores da universidade no decorrer dos anos, em âmbito mundial e em termos de registros vinculados à universidade.

O Gráfico referente aos ORCiDs de pesquisadores vinculados à USP no período de março de 2017 a 01 de junho de 2021 são apresentados a seguir por Categoria.

Apesar de todos os avanços, alguns desafios precisam ser vencidos. Hoje, há distintas instâncias nas quais o pesquisador necessita hoje informar seu Nº ORCiD: a) Registro ORCiD mundial http://www.orcid.org; b) Informação do ORCiD no DataUSP – weR_USP: https://uspdigital.usp.br/datausp c) Registro do nº USP vinculado ao nº ORCiD mantido pela Aguia: http://www.usp.br/orcid d) Informação do ORCiD no Janus – Pós-Graduação: https://uspdigital.usp.br/janus e) Para candidatar-se a bolsas de iniciação científica (PIBIC por exemplo) e outros processos, é necessário atualizar o Data_USP: https://uspdigital.usp.br/datausp

Como o registro ORCiD integra distintas facetas e atividades do pesquisador, bem como envolve diferentes órgãos na universidade, precisa estar igualmente integrado aos sistemas USP de modo unívoco.

A coleta e conexão (via API) dos conteúdos dos registros ORCiD permitirá que distintos setores da USP validem informações constantes dos registros ORCiD tais como Formação (Setor de Diploma), Emprego (DRH USP), Financiamentos USP (PRP), Trabalhos (se estiverem no Repositório da Produção USP (ReP)), aparecerá a USP como Fonte certificadora, de modo integrado ao sistema de dados corporativos mantido pela Superintendência de Tecnologia da Informação (STI). Ou seja, no registro ORCiD onde constava a Fonte: o autor, constará: Fonte: Universidade de São Paulo. 

Este é o maior desafio pois exige um trabalho colaborativo entre diferentes órgãos da instituição para unificar, na própria universidade, o desenvolvimento técnico e consolidar o uso do ORCiD vinculado ao Nº USP, internalizando-o na USP, com a intenção de adotar o ORCiD como identificador digital internacional validado de seus contribuidores.

Contate sua Biblioteca ou a Coordenadoria da Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica (AGUIA) para saber mais ou solicitar treinamentos e apresentações sobre o ORCiD na USP.

== Referência ==

ORCID for research organizations. Disponível em: https://orcid.org/organizations/research-orgs Acesso em: 20 maio 2021.

Matéria extraída do site AGUIA USP: https://www.aguia.usp.br/noticias/registro-orcid-2021/?fbclid=IwAR3FmIQtFoFNyjcoQPoGLsXanlPcLTz6oDV2adifkYjo4mgtet2Ay1ARj50

Trial da solução ProQuest One Business

Projetada para ajudar pesquisadores de negócios a equilibrar o aprendizado teórico e prático e adquirir as habilidades de pesquisa que os tornarão bem-sucedidos em seus cursos e carreiras, a ProQuest One Business é uma biblioteca de negócios completa contendo milhões de itens de texto completo em periódicos acadêmicos e populares, jornais, relatórios de pesquisa de mercado, dissertações, livros, vídeos e muito mais.

Link para trial: https://trials.proquest.com/access?token=tagRbnVLJKbdTmfkAoIaFgvvC   

IMPORTANTE:

O acesso deverá ser feito após ativação da conexão via VPN. Veja como fazê-lo aqui: https://www.aguia.usp.br/portfolio/servicos/conexao-remota/

[Webinar] USP e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) são um apanhado de 17 objetivos que abrangem questões de desenvolvimento social e econômico, incluindo pobreza, fome, saúde, educação, aquecimento global, igualdade de gênero, água, saneamento, energia, urbanização, meio ambiente e justiça social. Os ODS foram desenvolvidos pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas e possuem o marco para atingimento em 2030.

Convidamos a comunidade acadêmica da USP e de outras Instituições de Ensino Superior (IES) do Brasil para participar desse Webinar desenvolvido a partir da parceria entre a Elsevier e a Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica (AGUIA), para evidenciar a produção científica e acadêmica da Universidade de São Paulo em relação aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Data e horário: 23 de Junho – 14h30

Mais informações e inscrições gratuitas pelo link:  https://elsevier.zoom.us/webinar/register/WN_leRGFCdBQeqxKe_diVhX8g

O evento irá correlacionar a pesquisa na Universidade de São Paulo e os ODS, apresentando os passos dos autores da instituição que tiveram êxito na publicação de livros com essas temáticas. Saiba mais sobre a metodologia de classificação de conteúdos (palavras-chave) e integração ao Mendeley aderentes aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

== AGENDA ==

  • O que são os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)?
  • A Universidade de São Paulo (USP e os ODSs
  • USP & Elsevier estudo de casos
  • Por que publicar e-books (livros) sobre temas relacionados aos ODS
  • Ciclo de publicação de livros

Os participantes receberão Declaração de Participação nos e-mails registrados.

== Ministrante ==

Andre Gerhard Wolff
Biosciences Books Publisher with Elsevier ERC
Cambridge – Massachusetts – USA

Andre trabalha com a Elsevier há 14 anos. Começou como Coordenador Editorial no programa de livros-texto no idioma local, baseado no Escritório de São Paulo. Nos anos seguintes passou a Editor e, posteriormente, a Publisher do grupo editorial acadêmico. Em 2013 liderou a criação de um grupo de editores baseados no Brasil, contratando conteúdo global para publicação no workflow global da Elsevier. Em 2015 realocou-se para os Estados Unidos, trabalhando com conteúdos de Engenharia junto à Knovel, empresa controlada pela Elsevier. Depois, passou a líder do programa de obras de referencia em Ciências Sociais, Publisher do Programa de Ciência de Alimentos e há três anos é líder do grupo de Biociências, publicando conteúdo em áreas desde Bioquímica até Toxicologia. Andre é engenheiro mecânico com MBA em gestão estratégica e econômica de negócios.

Em seu tempo livre Andre gosta de andar de bicicleta pelas estradas dos subúrbios de Boston, correr com a esposa Patricia, cozinhar e brincar com os filhos Joana e Tomas.

Fale com a bibliotecária: agendamento remoto e individualizado

A Biblioteca FEAUSP acaba de criar um canal de atendimento para professores, pesquisadores e alunos onde será possível agendar atendimento, remoto e personalizado, diretamente com a nossa bibliotecária. O mesmo deve ser feito através do formulário: https://forms.gle/h6xaTbJpQS7noBGNA

Elsevier Week Unicamp: evento aberto ao público externo

Entre os dias 7 e 11 de junho será realizada a Elsevier Week Online Unicamp, uma parceria entre o Sistema de Bibliotecas da Unicamp e a Elsevier. Ocorrerão vários webinários com sessões relacionadas a pesquisas acadêmicas e uso de diversas ferramentas e fontes de informação. Os conteúdos oferecidos tem o objetivo de compartilhar conhecimentos que poderão ajudar alunos, docentes e pesquisadores em suas atividades de aprendizado, ensino e pesquisa. As inscrições para as sessões são gratuitas e abertas ao público interno e externo, e haverá emissão de certificado de participação.

Saiba mais em: http://www.sbu.unicamp.br/…/elsevier-week-online…/

[Webinar] América Latina versus O Mundo: a vida após a pandemia

Detalhes do evento: 18/05/2021, às 13h.

Duração: 45 minutos.

As economias latino-americanas estão entre as mais atingidas pela pandemia e, embora se espere uma recuperação, sua extensão provavelmente será limitada.

Junte-se aos especialistas da S&P Global enquanto eles discutem o impacto nas cadeias de suprimentos industriais, commodities e no setor de energia, especialmente nos combustíveis para transporte.

Olhando para o futuro, no curto prazo, as perspectivas para a atividade industrial e energética dependerão em parte das taxas de vacinação, possíveis mudanças no comportamento do consumidor e da vontade e capacidade dos governos de fornecer políticas reflacionárias.

Olhando mais adiante, os objetivos pré-pandêmicos dos governos da região para alavancar a forte propriedade de commodities para criar profundas economias de manufatura, serão mais desafiadores à medida que a corrida global por onshoring esquenta com as novas políticas dos EUA e da China. Neste webinar complementar, veremos o setor de transporte como um exemplo.

Palestrantes:


O webinar será em inglês com tradução ao vivo em espanhol e português.

Faça sua inscrição ao evento AQUI.

Caso não possa assistir ao evento, mas se deseja receber um link para posterior acesso, demostre seu interesse NESTE LINK.