26/10 | Lançamento do website Ciência Aberta USP 10h com transmissão pelo YouTube

Na semana de 25 a 31 de outubro de 2021 será comemorada a 24ª Semana do Livro e da Biblioteca na USP e a 10ª Semana Internacional do Acesso Aberto.

O evento sistêmico será realizado no dia 26 de outubro às 10h, com o lançamento do website da Ciência Aberta USP, desenvolvido a partir da parceria Pró-Reitoria de Pesquisa da USPAgência USP de Gestão da Informação Acadêmica e Superintendência de Tecnologia da Informação. O evento será realizado no Auditório do Conselho Universitário com transmissão pelo Canal USP: https://www.youtube.com/c/CanalUSP

Em breve enviaremos a Programação do evento.

Fonte: https://www.aguia.usp.br/noticias/26-10-website-ciencia-aberta-usp/

Doutoranda da FEA tem artigo premiado no ENANPAD 2021

O artigo originado da pesquisa da tese de doutorado de Camilla do Nascimento Soueneta Nganga, defendida em 2019 na FEAUSP, escrito em co-autoria com Sandra Maria Cerqueira da Silva e com JPR Lima, foi duplamente premiado no EnAnpad 2021: recebeu os prêmios Instituto República e o melhor artigo da Divisão de Contabilidade. Trata-se do artigo “Há tanta vida lá fora!” – Work-life conflict, mulheres e pós-graduação em contabilidade.

Camilla do Nascimento Soueneta Nganga é professora da Faculdade de Ciências Contábeis da Universidade Federal de Uberlândia, além de membro do Núcleo FEAUSP de Pesquisa em Gênero, Raça e Sexualidade (GENERAS) e coordenadora de pesquisa do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal de Uberlândia (NEAB/UFU).

Segundo a professora Silvia Casa Nova, do departamento de Contabilidade e Atuária da FEAUSP e uma das fundadoras do GENERAS, essa premiação é muito representativa e simbóllica, e dá voz a muitas pessoas. “É um artigo que reflete sobre as experiências de mulheres e engendra a possibilidade de pensarmos uma nova pós-graduação. Muito orgulho da linda e potente trajetória da professora Camilla do Nascimento Soueneta Nganga e da parceria que cresce e se consolida para pensarmos a diversidade”, comentou a docente.

Promovido pela Anpad (Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração), o EnAnpad é um espaço de interlocução entre pares e, nesse sentido, privilegia e estimula o debate aprofundado e a interação entre os participantes. Esse debate é importante uma vez que todo texto publicado em anais de evento científico é um texto provisório – working paper – mesmo que decorrente de pesquisa concluída. A partir dos debates e das críticas recebidas durante o evento, o autor pode aperfeiçoar seu trabalho e submetê-lo a um periódico, dando sequência ao processo de divulgação científica.

XXIV Semana do Livro e da Biblioteca na USP e Semana Internacional do Acesso Aberto 2021

Na semana de 25 a 31 de outubro de 2021 será comemorada a XXIV SEMANA DO LIVRO E DA BIBLIOTECA na USP e a X SEMANA INTERNACIONAL DO ACESSO ABERTO 2021.

O tema deste ano da Semana do Livro e da Biblioteca na USP acompanha o tema da Semana Internacional do Acesso Aberto, um evento global que é realizado há dez anos, alinhando-se intencionalmente com a Recomendação da UNESCO sobre Ciência Aberta , recentemente lançada, da qual o Acesso Aberto é um componente crucial. Distribuída em forma de rascunho após discussão por representantes dos 193 países membros da UNESCO, a Recomendação articula e concentra a importância da equidade na busca de um futuro para que a academia esteja aberta por padrão.

O objetivo da Recomendação é fornecer uma estrutura internacional para a política e prática de Ciência Aberta que reconheça as diferenças disciplinares e regionais nas perspectivas da Ciência Aberta, leve em consideração as abordagens transformadoras de gênero e os desafios específicos dos cientistas e outros atores da Ciência Aberta em diferentes países e, em particular, nos países em desenvolvimento, e contribui para reduzir as disparidades digitais, tecnológicas e de conhecimento existentes entre os países e dentro deles. Esse objetivo alinha-se com a missão das Bibliotecas.

A ideia por trás da Ciência Aberta, bem como das Bibliotecas é permitir que as informações científicas, dados e resultados sejam mais amplamente acessíveis (Acesso Aberto) e aproveitados de forma mais confiável (Dados Abertos) com o envolvimento ativo de todas as partes interessadas (Aberto à Sociedade). Ao incentivar a ciência a estar mais conectada às necessidades da sociedade e ao promover oportunidades iguais para todos (cientistas, formuladores de políticas e cidadãos), a Ciência Aberta pode ser uma verdadeira virada de jogo ao preencher as lacunas de ciência, tecnologia e inovação entre e dentro dos países e preencher o direito humano à ciência (UNESCO, 2021).

Ainda que muitas Bibliotecas da USP estejam atuando a distância, propomos atividades que revelem e esclareçam a importância de avançarmos em direção à construção da Ciência Aberta e do Acesso Aberto.

O evento principal será realizado no dia 26 de outubro de 2021, com o lançamento do website de Ciência Aberta da USP.

Esperamos em breve divulgar a Programação de eventos promovidos pelas Bibliotecas.

Pesquisa da FEA está entre os vencedores do Prêmio Tese Destaque USP 2021

A tese de doutorado de Ricardo Toshio Yugue, do programa de Administração da FEAUSP, ganhou o Prêmio Tese Destaque USP na categoria de Ciências Sociais Aplicadas. O tema da tese, que teve orientação do professor Roberto Sbragia, é “Fatores contribuintes para o desempenho em projetos de desenvolvimento de produtos: o caso dos medicamentos genéricos”. Concorreram ao prêmio teses de doutorado defendidas entre janeiro de 2019 e dezembro de 2020 dos programas de pós-graduação da USP. O objetivo do prêmio é reconhecer e estimular a constante busca pela excelência na pesquisa.

Em sua 10ª edição, o Prêmio Tese Destaque USP premiou teses de nove grandes áreas do conhecimento (ciências agrárias, ciências biológicas, ciências exatas e da terra, ciências da saúde, engenharias, ciências humanas, linguística, letras e artes, interdisciplinar, e ciências sociais aplicadas) e mais três voltadas para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (sustentabilidade ambiental, sustentabilidade econômica e inclusão social e cultural), além de duas menções honrosas por cada grande área.

O chefe do departamento de Administração da FEA, professor Moacir de Mirande Oliveira Júnior parabenizou o doutorando e o orientador. “Esse prêmio é mais um dentre os muitos reconhecimentos da excelência do trabalho de pesquisa do prof. Roberto Sbragia em sua brilhante trajetória na USP, assim como da excelência da tese de doutorado do dr. Ricardo Yugue, a quem desejamos muito sucesso em sua carreira”.

*conteúdo retirado de: http://www.fea.usp.br/fea/noticias/pesquisa-da-fea-esta-entre-os-vencedores-do-premio-tese-destaque-usp-2021.

Aulas Magnas FEA 75 anos – “Nova Era em Construção”

A FEAUSP comemora seus 75 anos com ciclo de conferências sobre a “Nova Era em Construção”.
Para celebrar a data, a FEA programou para a semana de 4 a 8 de outubro uma série de “aulas magnas”, tendo como convidados figuras notórias do cenário político, científico e acadêmico.

Programação

04/10 – 11h15

Conferencista Fernando Henrique Cardoso – “A política na Nova Era em construção”

Acesse aqui a transmissão.

05/10 – 17h45

Conferencista Patricia Ellen da Silva – “O desenvolvimento na construção da Nova Era”

Acesse aqui a transmissão.

06/10 – 17h45

Conferencista Sergio Gusmão – “O sistema financeiro na construção de uma Nova Era”

Acesse aqui a transmissão.

07/10 – 11h15

Conferencista Carlos Henrique de Brito Cruz – “A ciência na construção de uma Nova Era”

Acesse aqui a transmissão.

07/10 – 17h45

Coordenação de Fabiana Martins do Rego – “75 anos de CAVC: uma reflexão sobre o futuro da educação”

Acesse aqui a transmissão.

08/10 – 17h45

Conferencista Tabata Amaral – “As novas lideranças e a construção da Nova Era”

Acesse aqui a transmissão.

Mais informações no site da FEA: http://fea.usp.br/fea/noticias/feausp-comemora-seus-75-anos-com-ciclo-de-conferencias-sobre-nova-era-em-construcao

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Padronização da filiação à Universidade de São Paulo

À medida que os sistemas de informação se tornam mais abrangentes, complexos, digitais e globalizados torna-se necessário consolidar sistemas inequívocos de identificação digital não só para autores quanto para organizações.

É responsabilidade dos dirigentes, gestores e pesquisadores adotar padrões de afiliação, identificação e denominação organizacional compatíveis com diretrizes internacionais e órgãos de identificação mundialmente reconhecidos.

Identificar Organizações é essencial, mas não é tarefa fácil. Elas mudam de nome, de local, fundem-se a outras, separam-se, mantêm vínculos diversos com organizações maiores, menores ou associam-se em consórcios. Podem estar escritas por extenso, abreviadas, na forma de siglas. Segundo o Relatório da OCLC intitulado Addressing the Challenges with Organizational Identifiers and ISNI de 2016 [1], estabelecer uma identificação única e persistente para as Organizações é fundamental para:

  • Atribuir corretamente a produção científica e acadêmica à organização, instituição de pesquisa, universidade e seus pesquisadores,
  • Desambiguar o nome de organização em relação a outra com nome igual ou semelhante,
  • Facilitar a troca de conjuntos de dados via máquina – API, essencial para viabilizar o linked data,
  • Permitir análises bibliométricas mais consistentes,
  • Obter dados mais limpos e confiáveis sobre a organização e suas atividades, evitando a fragmentação de dados e resultados,
  • Nortear padrões de afiliação, identificação e denominação organizacional (Nome ‘certo’) – controle de autoridade,
  • Rastrear e facilitar concessões de recursos de pesquisa e bolsas,
  • Descobrir colaborações em escala mundial,
  • Desambiguar pesquisadores com mesmo nome, a partir da afiliação,
  • Facilitar o rastreamento de publicações e citações por rankings e instituições de apoio à pesquisa,
  • Facilitar a descoberta e a recuperação de informações sobre a organização pelos mecanismos de busca da Internet,
  • Minimizar conflitos de interesse por meio de exata identificação de indivíduos e suas afiliações,
  • Garantir a correta atribuição de artigos e trabalhos aos autores e pesquisadores corretos,
  • Permitir a realização de levantamentos gerais e levantamentos detalhados das atividades da organização, etc.

Do ponto de vista das Organizações, o imperativo de padronização e inequívoca identificação também é consenso e o International Standard Name Identifier (ISNI) é o padrão global certificado pela ISO 27729 para identificar organizações e indivíduos envolvidos com a cadeia de suprimentos de informação e mídia, bem como na cadeia de suprimentos científicos e acadêmicos (scholarly supply chain). O ISNI é um identificador de código aberto composto por 16 dígitos amplamente utilizado em vários setores e projetado para funcionar em diversos contextos, facilitando a troca digital de informações, dados e ativos. A Agência Internacional ISNI (ISNI-IA) contém registros de identidade associados a cerca de 8.75 milhões de nomes individuais e a mais de 654.000 organizações envolvidas nas indústrias de mídia, informação e áreas relacionadas.

O sistema baseia-se principalmente no serviço Virtual International Authority File (VIAF), que foi desenvolvido pela Online Computer Library Center (OCLC) para uso na agregação de catálogos de bibliotecas. Qualquer sistema de identificação de organizações deve basear-se em governança, confiança, transparência, temporalidade e metadados apropriados. O registro ISNI é regido pelo Conselho da ISNI-IA e administrado pela OCLC, em conjunto com a British Library, entre outros membros.

International Standard Name Identifier (ISNIé o órgão global certificado pela ISO 27729 para identificar organizações e indivíduos envolvidos com a cadeia de suprimentos de informação e mídia, por meio de sua Agência Ringgold.

Representando a Agência Internacional do ISNI e seus membros, a Ringgold é a Autoridade de Registro para Organizações e mantém metadados detalhados das organizações, atendendo à proposta da Agência Internacional do ISNI de criar um sistema onde cada autoridade de registro suporta um modelo de negócios com base nos dados selecionados e padronizados. A entidade Ringgold também faz interface com o identificador digital de pesquisador ORCiD.

O sistema ORCiD é baseado em colaboração entre editores, universidades, órgãos de financiamento, pesquisadores e outras partes interessadas em comunicações acadêmicas. A ORCID está empenhada em ser interoperável com outros esquemas de identificadores, incluindo o identificador ISNI. Para este fim, a ORCID, ISNI e Ringgold estão coordenando esforços, trabalhando juntos para viabilizar a integração dos sistemas de identificação e denominação.

Hoje, ORCID e Ringgold mantém protocolo de colaboração. A ORCID usa o banco de dados de identificação da Ringgold como um arquivo de autoridade das organizações para a aplicação de afiliações do pesquisador com relação à instituição de formação e vínculo empregatício. Ou seja, o Ringgold ID é utilizado na padronização de nomes de instituições para indicar afiliações (emprego e formação) por meio de uma lista dos nomes das organizações, universidades, faculdades e departamentos.

Desde 2003 a Ringgold vem desenvolvendo um arquivo de autoridade com curadoria de mais de 475.000 instituições que abrangem vários setores da indústria da informação. Cada entrada institucional recebeu seu próprio Ringgold ID exclusivo e persistente, que é mapeado para a hierarquia organizacional, incluindo metadados profundos de classificação.

Em 2021, a Crossref começou a apoiar a coleta de ROR IDs nos metadados coletados, para ajudar na identificação confiável e no uso posterior de dados de afiliação conectados aos resultados de pesquisa [2].

“As afiliações dos autores e a capacidade de vinculá-los a publicações e outros resultados acadêmicos são vitais para vários interessados ​​em todo o cenário de pesquisa. O ROR é completamente aberto, focado especificamente na identificação de afiliações e desenvolvido de forma colaborativa por, com e para os principais interessados ​​nas comunicações acadêmicas. ”” – Maria Gould, líder do RORganizer

O que é ROR?

ROR é o Registro de Organização de Pesquisa (em inglês Research Organization Registry) – infraestrutura aberta, não comercial e liderada pela comunidade para identificadores de organizações de pesquisa. O registro atualmente inclui identificadores persistentes exclusivos globalmente e metadados associados para mais de 98.000 organizações de pesquisa .

https://www.youtube.com/watch?v=h4lW4f-JP5c

ROR IDs são especificamente projetados para serem implementados em qualquer sistema que capture afiliações institucionais e para permitir conexões (por meio de identificadores persistentes e infraestrutura de pesquisa em rede) entre organizações de pesquisa, resultados de pesquisa e pesquisadores. ROR IDs são interoperáveis ​​com aqueles em outros registros de identificadores, incluindo GRID (que forneceu os dados iniciais com os quais o ROR foi lançado), Crossref Funder Registry, ISNI e Wikidata. Os dados ROR estão disponíveis sob uma isenção CC0 e podem ser acessados ​​por meio de uma API pública e dump de dados .

Dessa forma, recomenda-se a adoção da denominação da Universidade de São Paulo, suas Unidades, Institutos, Centros, Museus de acordo com o padrão ISNI, Ringgold, ROR e GRID. Esse padrão é consistente também com a denominação adotada pelas bases de dados multidisciplinares de citações Web of Science e Scopus, que se constituem como fonte de dados para os principais rankings universitários.

[1] OCLC. Addressing the Challenges with Organizational Identifiers and ISNI. 2016. Disponível:  em: https://www.oclc.org/content/dam/research/publications/2016/oclcresearch-organizational-identifiers-and-isni-2016.pdf Acesso em 20 set. 2021.

[2] HENDRICKS, Ginny; LAMMEY, Rachael; FEENEY, Patricia. Some rip-RORing news for affiliation metadata. Crossref Blog, 2021 July 26. Disponível em: https://www.crossref.org/blog/some-rip-roring-news-for-affiliation-metadata Acesso em 20 set 2021.

Base de dados financeira Refinitiv Eikon: assinatura renovada

Prezados usuários,

Informamos que a FEA renovou a assinatura da Base de dados financeira Refinitiv Eikon. O acesso remoto está disponível aos docentes e alunos ativos da FEA. Para solicitar acesso, envie e-mail para bibfea.atend@usp.br,  informando: nome completo, número USP, e-mail USP e curso.


Confiram os recursos oferecidos pela plataforma.

  1. Certificação do Eikon – os usuários podem realizar uma certificação do Eikon através do link https://training.refinitiv.com/eikon/
  1. Refinitiv Academy –  agenda mensal de treinamentos em Português, Inglês e Espanhol que abordam desde tópicos iniciais até temas mais avançados. Serão três seções em setembro do curso “Primeiros passos no Refinitiv Eikon: Ferramentas essenciais”. O cadastro pode ser feito através do link https://solutions.refinitiv.com/academy

 Para dúvidas pontuais a respeito da plataforma, contacte Wellington França  pelo e-mail Wellington.Franca@refinitiv.com.

Instruções

Instale o terminal em seu PC (recomendado)

 Use a versão Web

Atenciosamente,

Biblioteca FEAUSP

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Revista Contabilidade e Finanças: Edição 87 no ar!

Revista Contabilidade & Finanças chega à Edição 87, referente ao período de setembro a dezembro de 2021. Destacamos na sua composição o Editorial, um ensaio e onze artigos teórico-empíricos dentro das diferentes linhas de pesquisa que compõem o escopo da Revista.

Clique aqui para ver o sumário.

Nicholas McGuigan escreveu o Editorial sob o título Formação contábil à prova de futuro: um educar para a complexidade, ambiguidade e incerteza. O professor da Monash University, na Austrália, trouxe reflexões sobre o ensino de contabilidade a partir da teoria construtivista, propondo questionamentos para o futuro da educação na área.

Clique aqui para ler o editorial.

Tratamento contábil das operações em conjunto no Brasil à luz das normas contábeis vigentes é o ensaio desenvolvido por Raquel Wille Sarquis e Ariovaldo dos Santos. Os pesquisadores analisaram o tratamento contábil utilizado pelas empresas no Brasil que possuam investimentos em operações em conjunto, à luz das normas brasileiras e internacionais de contabilidade, identificando que as demonstrações contábeis das empresas no Brasil com operações em conjunto, constituídas por meio de entidade veículo, não estão em conformidade com as normas internacionais.

Clique aqui para ler o ensaio.

Caroline da Silva, Crisiane Teixeira da Silva, Daniel Magalhães Mucci e Franciele Beck são os autores do artigo intitulado Explorando interdependência entre gainsharing e avaliação de desempenho em uma cooperativa de crédito. Na discussão deste artigo, os autores investigaram a interdependência entre o gainsharing e a avaliação de desempenho (objetiva e subjetiva) em uma cooperativa de crédito. A pesquisa promove insights sobre o funcionamento das práticas de controle gerencial, bem como sobre a avaliação objetiva e subjetiva de desempenho.

Clique aqui para ler o artigo.

Impacto da troca de auditoria na comparabilidade dos relatórios financeiros é o título do artigo de autoria de Allison Manoel de Sousa, Alex Mussoi Ribeiro e Ernesto Fernando Rodrigues Vicente. Os autores analisaram o efeito do rodízio e tenure das firmas e sócios de auditoria na comparabilidade e consistência dos relatórios financeiros. A amostra contou com 50 companhias que foram analisadas em períodos anuais entre 2012 e 2018, e os resultados indicaram que a troca (obrigatória e voluntária) da firma de auditoria e do sócio de auditoria não prejudicam a comparabilidade e a consistência dos relatórios financeiros.

Clique aqui para ler o artigo.

Anne Carolina dos Santos, Kelli Juliane Favato e Marguit Neumann desenvolveram a pesquisa do artigo Relato integrado e gestão de stakeholders: agenda de pesquisas. Os autores discutiram o relato integrado, tendo sido mapeados 11 fatores, construídas 10 proposições qualitativas e 35 insights para estudos futuros. Os resultados indicam que a gestão de stakeholders pode ter alcançado seu potencial de forma cerimonial, mas carece de definições.

Clique aqui para ler o artigo.

O relatório de auditoria está mais legível? Esse é o tema tratado por Vagner Antônio Marques, Lanna Pereira Nogueira, Idamo Favalessa de Aquino e Viviane da Costa Freitag por meio do artigo denominado Ele ficou mais legível? Evidências empíricas dos principais assuntos no relatório de auditoria independente, cuja amostra é composta por 240 empresas listadas na B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (B3), no período de 2013 a 2018.

Clique aqui para ler o artigo.

Presença estatal no mercado de crédito: bancos públicos e crédito direcionado na crise de 2008 é o título do artigo em que os autores documentaram a relação entre os dois mecanismos de atuação estatal (direcionamento do crédito e controle societário de bancos) e a concessão de crédito bancário no Brasil durante a crise financeira global de 2008. Os autores do artigo, Lucas A. B. de C. Barros, Catarina Karen dos Santos Silva e Raquel de Freitas Oliveira, utilizaram uma amostra composta por dados do período de 2005 a 2012 de instituições financeiras que captam depósitos do público.

Clique aqui para ler o artigo.

No artigo intitulado Quais os fatores determinantes nas decisões de estrutura de capital das pequenas e médias empresas em Cabinda, Angola?, João Lussuamo e Zélia Serrasqueiro analisaram os fatores determinantes que explicam as decisões da estrutura de capital das pequenas e médias empresas (PMEs) na província de Cabinda, Angola. Os resultados evidenciaram que a tangibilidade, a idade, a liquidez e os benefícios fiscais extradívidas são fatores determinantes nas decisões da estrutura de capital das PMEs nessa província.

Clique aqui para ler o artigo.

Gabriel Augusto de Carvalho, Hudson Fernandes Amaral, Juliano Lima Pinheiro e Laíse Ferraz Correia são os autores do artigo intitulado Precificação de anomalias através de modelos fatoriais: um teste em mercados da América Latina. Os pesquisadores tiveram como desafio testar o modelo de cinco fatores nos mercados emergentes da América Latina. A principal contribuição deste artigo reside no melhor conhecimento sobre os fatores relevantes para a precificação de ativos em mercados emergentes.

Clique aqui para ler o artigo.

Com o objetivo de testar empiricamente as decisões de estrutura de capital em empresas familiares portuguesas sob a teoria do trade-off (trade-off theory – TOT) e a teoria do pecking order (pecking order theory – POT), Luciana J. Pestana, Luís Pereira Gomes e Cristina Lopes desenvolveram a pesquisa intitulada Testando a estrutura de capital de empresas familiares portuguesas. Os autores analisaram dados de 4.952 empresas familiares portuguesas no período de 2009 a 2016.

Clique aqui para ler o artigo.

Sentimento do investidor, incerteza econômica e política monetária no Brasil é o título do artigo em que os autores analisaram como a incerteza econômica e a política monetária afetam o sentimento do investidor no Brasil. Os autores do artigo, Paulo Fernando Marschner e Paulo Sergio Ceretta, usaram dados mensais de quatro mecanismos de transmissão da incerteza econômica e da política monetária (taxa de juros, taxa de câmbio, taxa de inflação e índice de incerteza econômica) e do índice de confiança do consumidor como proxy para o sentimento do investidor (no período de janeiro de 2006 a março de 2020).

Clique aqui para ler o artigo.

O artigo denominado Desonestidade acadêmica nos programas de pós-graduação stricto sensu em ciências contábeis foi escrito por Regina Cardoso Fróes e Denise Mendes da Silva. As autoras analisaram a desonestidade acadêmica na perspectiva de discentes, docentes e instituições de ensino, considerando situações hipotéticas classificadas em cinco categorias de desonestidade: fraude/cola, auxílio a outros estudantes, plágio, fabricação de informações, autoplágio/similaridades.

Clique aqui para ler o artigo.

Igor Ferreira do Nascimento e Pedro H. M. Albuquerque são os autores do artigo intitulado Alíquota justa e de equilíbrio para benefícios não programados em planos de contribuição definida. Os pesquisadores tiveram como desafio propor uma metodologia que, utilizando múltiplos decrementos, além de desagregada por perfil atuarial e fonte de custo previdenciário, calcula alíquotas atuarialmente justas e de equilíbrio para benefícios não programados de custeio coletivo oriundos de planos de previdência da modalidade Contribuição Definida (CD).

Clique aqui para ler o artigo.

Votos de uma leitura produtiva e inspiradora.

Fábio Frezatti

Editor-Chefe

Revista Contabilidade & Finanças

Sugestões de novos livros para doação à Biblioteca da FEAUSP

Atendendo aos pedidos de alunos e ex-alunos, publicamos sugestões de obras para doação ao acervo da biblioteca da FEAUSP. Algumas das obras já estão no nosso acervo, mas são edições antigas, que já foram atualizadas.

Caso queira doar algum desses livros para a biblioteca da FEA basta entrar em contato conosco através do email bibfea.aquisi@usp.br ou pelo telefone (11) 3091-5999.

Título: MACROECONOMIA

Autor: MANKIW, N. GREGORY

Editora: ATLAS

Ano de publicação: 2021

Edição: 10. ed.


Título: O FUTURO DO BRASIL

Autor: GIAMBIAGI, FABIO, ORG.

Editora: ATLAS

Ano de publicação: 2021


TÍTULO: ECONOMIA BRASILEIRA: QUESTÕES ANPEC

Autor: SCHMIDT, CRISTIANE, ORG.

Editora: GEN/ATLAS

Ano de Publicação: 2019

Edição: 4. ed.


Título: MICROECONOMIA: QUESTÕES ANPEC

Autor: SCHMIDT, CRISTIANE, ORG.

Editora:  GEN/ATLAS

Ano de Publicação: 2019

Edição: 7. ed.


Título: EVOLUÇÃO DO ANTITRUSTE NO BRASIL

Autor: CAMPILONGO, CELSO FERNANDES , PFEIFFER, ROBERTO, ((EDS)

Editora: SINGULAR

Ano de Publicação: 2000


Título: ACTUARIAL THEORY FOR DEPENDENT RISKS: MEASURES, ORDERS AND MODELS

Autor: DENUIT, MICHEL ET AL

Editora: WILEY

Ano de Publicação: 2005


Título: A NOVA CONTABILIDADE SOCIAL: UMA INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA

Autor: PAULANI, LEDA , BRAGA, MÁRCIO BOBIK

Editora: SARAIVA UNI

Edição: 5. ed.

Ano de Publicação: 2020


Título: A BÍBLIA DE VENDAS

Autor: GITOMER, JEFFREY

Editora: M. BOOKS

Ano de publicação: 2010

Edição: EDIÇÃO REVISTA E ATUALIZADA


Título: A ESTRATÉGIA COMPETITIVA DESMISTIFICADA

Autor: GREENWALD, BRUCE , KAHN, JUDD

Editora: ELSEVIER

Ano de publicação: 2005


Título: ANÁLISE AVANÇADA DAS DEMONTRAÇÕES CONTÁBEIS

Autor: MATINS, ELISEU, DINIZ, JOSEDILTON , MIRANDA, GILBERTO JOSÉ

Editora: ATLAS

Ano de Publicação: 2020

Edição: 3. ed.


TÍTULO: FINANÇAS PARA EMPREENDEDORES E PROFISSIONAIS NÃO FINANCEIROS 

Autor: CERBASI, GUSTAVO , PASCHOARELLI, RAFAEL

Editora: SARAIVA

Ano de Publicação: 2007


Título: COMPETÊNCIAS COMPORTAMENTAIS: COMO MAPEAR E DESENVOLVER COMPETÊNCIAS PESSOAIS NO TRABALHO

Autor:  CODA, ROBERTO

Editora: ATLAS

Ano de Publicação: 2016


Título: MENSURAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS CORPORATIVOS: APLICAÇÕES DE CASH FLOW AT RISK E REAL OPTIONS

Autor: ARONNE, ALEXANDRE VASCONCELOS ET AL.

Editora: SAINT PAUL  


Título:  CHINA X EUA: COMO A ECONOMIA GLOBAL E A GEOPOLÍTICA SE COMPORTARÃO NO PÓS-PANDEMIA

Autor: DAMAS,  ROBERTO DUMAS

Editora: SAINT PAUL 


Título: DERIVATIVOS : NEGOCIAÇÃO E PRECIFICAÇÃO 

Autor: MOLERO, LEONEL , MELLO, EDUARDO MORATO

Editora: SAINT PAUL 

Edição: 2. ed.


Título: O CAPITAL DE MARX 

Autor: SAAD FILHO, ALFREDO , FINE,  BEN

Editora: CONTRACORRENTE

Ano de Publicação: 2021


Título: GOVERNANÇA, GESTÃO E SUCESSÃO: PASSO A PASSO

Autor: BICHUETTI, JOSÉ LUIZ

Editora: SAINT PAUL


Título: MANUAL DA PRODUTIVIDADE: MÉTODOS E ATIVIDADES PARA ENVOLVER OS FUNCIONÁRIOS NA MELHORIA DA PRODUTIVIDADE

Autor: SMITH, E.A. 

Editora: QUALITYMARC  (DISPONÍVEL NA ESTANTE VIRTUAL)

Ano de Publicação: 1993


Título: PLANNING AND MEASUREMENT IN YOUR ORGANIZATION OF THE FUTURE

Autor: TUTTLE, T.C.

Editora: INDUSTRIAL ENGINEERING AND MANAGEMENT PRESS 

Ano de Publicação: 1989


Título: CURRENT TRENDS AND TRANSITIONS IN MANAGEMENT ACCOUNTING: CASE ANALYSIS

Autor: SPRAAKMAN, GARY

Editora: CAPTUS  PRESS  

Ano de Publicação: 1994 


Título:  HISTÓRIA ECONÔMICA GERAL

Autor: SAES, FLÁVIO AZEVEDO MARQUES DE , SAES, ALEXANDRE MACCHIONE

Editora: SARAIVA UNI

Ano de Publicação: 2013


Título:  POR QUE AS NAÇÕES FRACASSAM

Autor: ACEMOGLU, DARON, ROBINSON, JAMES

Editora: ELSEVIER

Ano de Publicação: 2012


Título:  AS SEIS LIÇÕES: REFLEXÒES SOBRE POLÍTICA PARA HOJE E AMANHÃ

Autor: MISES, LUDWIG VON

Editora: LVM EDITORA

EDIÇÂO: 10. ed.

Ano de Publicação: 2018


Título:  O IMAGINÁRIO TRABALHISTA: GETULISMO, PTB E CULTURA POLÍTICA POPULAR, 1945-1964 

AUTOR:  FERREIRA, J. 

EDITORA: CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA  

Ano de Publicação: 2005

Estudo revela mudança no perfil dos ingressantes da FEA-USP

Andres Rodriguez Veloso comenta que, dentre os 509 alunos ingressantes entrevistados, quase 20% estão na soma das classes C, D e E e 24% se autodeclaram pretos, pardos ou indígenas

*conteúdo retirado do Jornal da USP, publicado em 13/08/2021.

Há uma mudança muito grande no perfil dos ingressantes na FEA, principalmente com relação a questões socioeconômicas e de cor/raça –  Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP – Foto: FEA-USP

Um estudo da DataFEA confirma a mudança do perfil dos alunos ingressantes em 2021 na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, quatro anos após a introdução de cotas sociais para ingresso. Andres Rodriguez Veloso, professor do Departamento de Administração e presidente da Comissão de Graduação da FEA-USP, coordenou o estudo e comenta ao Jornal da USP no Ar 1° Edição sobre as mudanças nos perfis dos ingressantes da faculdade. O DataFEA foi idealizado por Andres Rodriguez Veloso e pela professora Tatiana Albanez. “É uma iniciativa que surgiu no contexto da Comissão de Graduação da FEA-USP para acompanhar o ingresso dos alunos e as mudanças de perfis deles”, comenta.

De acordo com Veloso, há uma mudança muito grande no perfil dos ingressantes na FEA, principalmente com relação a questões socioeconômicas e de cor/raça, que alteram as necessidades de permanência e acolhimento desse público na Universidade. “A FEA tem um universo de 590 ingressantes e a gente conseguiu 509 respostas, o que fica bem próximo do número total”, explica. Dentre os dados recolhidos, Veloso diz que 70% do quadro discente são homens e 30%, mulheres. “Outro dado interessante captado durante o período de ingresso foi a faculdade ter mais de 50 alunos menores de idade, o que nos traz a reflexão de que mais jovens estão ingressando na faculdade”, complementa.

Em relação à situação socioecônomica, a pesquisa utilizou o método Critério Brasil, desenvolvido pelo vice-diretor da FEA, José Afonso Mazzon. “É um questionário que indica qual é a classe social do respondente”, explica. Ele ainda ressalta que os resultados obtidos através do questionário ainda indicam uma preponderância da classe A, mas que a distribuição entre as outras se equilibra e se aproxima do cenário socioeconômico de São Paulo. “Somadas as classes C, D e E, a gente tem quase 20% dos alunos com esse perfil. Já a classe B apresenta uma maioria discente de quase 50% dos ingressantes, enquanto os perfis inseridos na classe A juntam os 34% restantes”, ressalta. Para Veloso, a representatividade da classe A na FEA ainda é muito desproporcional em relação à realidade de São Paulo, que está perto de 8% da população.

Acompanhado dos dados da situação socioeconômica dos alunos, também há o de ingressantes por cotas raciais. “A gente também teve uma entrada de 24% de alunos autodeclarados pretos, pardos ou indígenas”, ressalta. Veloso ainda reforça a importância do apoio da Universidade para esses alunos mais vulneráveis. “A partir da compreensão desses dados do DataFEA, a gente iniciou várias campanhas dentro da unidade para incentivar os professores a solicitarem bolsas PEG e PUB para dar apoio a esse alunos”, ressalta. Ainda inserido no isolamento social provocado pela pandemia, o estudo também se preocupou em mapear as necessidades tecnológicas desses ingressantes e contou com apoio da Pró-Reitoria de Graduação na distribuição de kits internet para que esses alunos da FEA começassem o curso on-line.

Confira o estudo completo aqui.